Por um 2014 diferente

Equipe Efetividade · 2 min de leitura
Por um 2014 diferente

2013 termina e não vejo o que o Brasil tem a comemorar. Somos um país em desenvolvimento que não se desenvolve nunca. Muito pelo contrário, estamos involuindo.

O brasileiro é míope. Esta é a única explicação para a presidente ser reeleita em primeiro turno em 2014. Um governo mensaleiro, com seus principais articuladores na cadeia e Dilma se fazendo de morta e seu partido de vítima do STF. Eles alegam ser presos políticos. Mas existe preso político quando se é governo?

Inflação totalmente fora de controle. Crescimento econômico pífio. Produtividade mais de quatro vezes menor que a americana. Baixo desemprego simplesmente porque as pessoas deixaram de procurar emprego. Já as vagas existentes são podem ser preenchidas por falta competência técnica do trabalhador. Carga tributária de 36% do Pib. Petrobras sangrando. Selic em alta, afinal baixar juros por decreto é ilusão. Famílias endividadas. Dados do Pisa mostrando que somos burros.

A fórmula perfeita de se perpetuar no poder é dar esmolas aos extremos. Bolsa família aos miseráveis e bolsa BNDES aos ricos. Assim se garante o voto dos primeiros e o dinheiro dos segundos. Aí fica fácil se eleger e dar continuidade à corrupção.

2014

Mas veja o lado bom, teremos copa do mundo!

Não temos infraestrutura: aeroportos, estradas, portos, educação, saúde, saneamento básico. Mas teremos copa do mundo.

Previdência quebrada! Em 2013 o rombo passará de 60 bilhões. Você tem menos de 40 anos e pretende se aposentar um dia? Então é melhor esquecer o governo e poupar e investir. Só assim você poderá ter uma aposentadoria digna. Caso contrário será mais um a reclamar do governo. Se a reclamação é justa ou não pouco importa. O fato é que dinheiro não dá em árvore.

Justiça social e redistribuição de renda. Balela. Conversa fiada. Educação e liberdade econômica. Este é o caminho para o desenvolvimento.

Distribuição de renda é roubo. Sempre que alguém recebe sem trabalhar alguém trabalhou sem receber.

Ao invés de clamar por mais governo devemos clamar por menos. Um governo nada produz, apenas expropria e alega redistribuir pela justiça social. Mas o que faz de fato é inchar a máquina pública deixando seus pares cada vez mais ricos, a classe média cada vez menos média e os pobres ganhando esmolas e acreditando na generosidade do governo.

O problema é que a conta não fecha. Sem produção com alta produtividade uma ora o barco afunda. Argentina e Venezuela são exemplos, e o Brasil navega nas mesmas águas.

Um 2014 melhor para todos nós!

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