20 de março de 2019

Consórcio ou financiamento: qual vale mais a pena?

Com a economia do país fraca e a taxa básica de juros (Selic) alta, os brasileiros estão analisado novas opções para trocar ou comprar um carro ou imóvel sem prejudicar muito o orçamento. Dessa forma, é muito importante pesquisar bastante sobre as formas de pagamento para evitar problemas e dor de cabeça no futuro. As duas principais formas de pagamento para comprar um carro ou imóvel são o financiamento e consórcio. Você sabe a diferença entre elas e suas vantagens e desvantagens? Neste texto, você vai compreender melhor sobre o tema!Consórcio ou financiamento qual vale mais a pena Consórcio ou financiamento: qual vale mais a pena?

Entendendo mais o consórcio

O consórcio contém uma taxa fixa de administração, que é delimitada pela administradora. Também pode existir outros custos, como uma parte destinada para um fundo de reserva com o objetivo de cobrir perdas por inadimplência.

As características e vantagens do consórcio

Em comparação com o financiamento, o gasto do consórcio é bem menor. No financiamento, o valor pago no final pelo imóvel ou carro chega a ser duas vezes maior. Porém, quem contrata o consórcio tem que dar um lance, o que significa que deverá pagar uma parte do valor do carro ou imóvel para poder adquiri-lo. A outra forma é ser sorteado, visto que a administrada faz um sorteio mensal, para estabelecer quais integrantes do grupo serão contemplados com a carta de crédito que proporcionará a compra.

O consórcio é vantajoso para aqueles que não precisam do veículo ou imóvel de forma imediata e para quem não consegue guardar dinheiro de forma alguma. O participante basicamente vai pagar para alguém juntar dinheiro em seu nome. Já as desvantagens são que o consórcio não serve para aqueles que não podem esperar, além de que se o participante desistir do negócio, perderá o bem que estava pagando.

Entendendo mais o financiamento

Já nesta modalidade, o consumidor financia o valor do imóvel que deseja comprar. Na maioria das vezes, os bancos oferecem um financiamento de até 80% do valor, ou seja, é necessário dar 20% da entrada. A fim de servir como auxílio, há a possibilidade de utilizar os recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), porém só é possível utilizá-lo em imóveis no valor de até R$750 mil em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Nos demais estados, esse valor é de até R$650 mil.

As características e vantagens do financiamento

O valor das parcelas no financiamento é limitado a 30% do total da renda familiar ou do cliente. Ainda que muitos bancos tenham reduzido as taxas de juros para o financiamento, elas continuam elevadas. A média de juros está em torno de 13,5% anualmente, de acordo com o último levantamento realizado pelo Banco Central, em 2014.

Essa forma de compra é indicada para aqueles que precisam do bem comprado imediatamente. Uma vantagem é que se pode vender o imóvel ou carro, mesmo sem quitar o financiamento. Porém, a desvantagem é que os juros são muito elevados e isso pode pesar no bolso do consumidor.

Na realidade, a melhor forma de adquirir um bem é juntar o dinheiro para se comprar à vista. Assim, o consumidor não pagará juros (para financiamentos), ou taxa de administração (para consórcios). Além do mais, também há a possibilidade de se conseguir um desconto. Porém, se o consumidor não puder fazer isso, deve traçar objetivos e analisar detalhadamente as duas opções para escolher a que vai ser mais de acordo com suas preferências.

Você já contratou alguma dessas modalidades para comprar um bem? Para você, o que é melhor: consórcio ou financiamento? Compartilhe conosco nos comentários e dê sua opinião sobre o assunto!

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